CRIATIVIDADE CRISTÃ
November 6, 2009

Lançamento do livro do Cadi e do Tas dia 3-10-09
Meu cunhado se tornou celebridade. Essa semana ele lançou um livro em conjunto com o Marcelo Tas, um homem de comunicação bem conhecido na TV brasileira e que atualmente comanda um programa semanal chamado CQC. Pois bem, ele escreveu um livro e convidou o Ricardo, irmão da Lia, para fazer as caricaturas do livro. Esse trabalho colocou o Cadi no meio daquelas pessoas famosas e intelectuais. Ontem mesmo ele teve um encontro com o Maurício de Souza, o criador da Mônica, Cebolinha, Cascão e outros, e ambos fecharam negócio para trabalharem juntos. Como família ficamos muito felizes e orgulhosos de ver o sucesso profissional do Cadi, ainda jovem e já bem sucedido.
Como o Cadi, conheço jovens que vivem num contexto diferente do normal: viveram em outro país, viajaram pelo mundo, são músicos, jogadores de futebol, desenhistas, intelectuais, empresários, pessoas mais exigentes e com senso crítico mais afiado. Daí eu penso na Igreja. A julgar pelo que eu já vi de cristianismo, principalmente no Brasil, imagino que esse grupo seleto de pessoas passa longe daquilo que é apresentado a eles como cristianismo. Um cristianismo que tem medo de tudo e julga a todos; um cristianismo que canta (mal) hinos e ritimos de séculos atrás; um cristianismo escapista e alienante que se fecha no gueto da sua liturgia, teologia e prática e dá pouca ou quase nenhuma atenção ao que acontece lá fora, à corrupção dos governantes, preferindo se empenhar em briguinhas dentro do templo; um cristianismo que prefere reunir um grupo para falar mais de história ou como escrever atas do que abrir as portas para as pessoas da rua.
Pessoas como o Cadi e outros tantos deveriam ser também alvos da missão da Igreja. Alguns desses jovens bem sucedidos e exigentes não são contra Deus, mas querem respostas. Conheço também igrejas que têm conseguido, de forma criativa e com qualidade, falar a linguagem deles e muitos têm se surpreendido ao ver o que realmente significa ser cristão. Precisamos ter criatividade na missão e isso não é pecado.
A VISÃO DE CRISTO
August 10, 2009
Vinte anos atrás o filme “A Última Tentação de Cristo” dirigido pelo famoso Martin Scorcese apareceu nos cinemas do Brasil. Eu me lembro que esse filme causou muito constrangimento e revolta nos cristãos por mostrar Jesus deixando a cruz para ter relações sexuais com Maria Madalena e viver com ela. Ira santa, é verdade, afinal o filme negava publicamente pontos cruciais da fé cristã. Por fim, nos jornais da época os críticos teriam dito que tecnicamente esse filme não foi grande coisa e que não teria sido o sucesso que foi se os cristãos não tivessem feito tanta propaganda dele.
Isso leva à seguinte pergunta: como os cristãos vêem Cristo? De um modo geral, alguns o vêem como alguém que precisa ser protegido e resguardado, como se o Senhor estivesse atrás de seus atentos soldados e estes, prontos para disparar tão logo apareça uma ameaça. Talves seja esse o entendimento deles de “soldados de Cristo”. Outros têm uma visão diferente: vêem a Cristo mais como Mestre e Senhor do que como alguém que carece de proteção. Para eles Cristo é o general e eles o seguem. É o General quem os protege dos riscos e dos perigos. Ele mesmo ensinou seus discípulos a orar “não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal”.
Sendo assim, a visão que apresentamos do nosso Senhor e de nós mesmos é essencial para a ação da Igreja nos dias atuais. Uma visão errada de Cristo pode levar a igreja a cometer equivocos como injustiça e até crueldade, veja por exemplo as inquisições e as cruzadas presentes na história do cristianismo. Cristãos entrincheirados e armados até os dentes representam uma visão míope e equivocada da missão de proclamar a verdade em todo mundo.
Quando cristãos têm a visão correta de Jesus, eles pregam a Bíblia, usam de seu tempo para estarem com pobres e marginais da sociedade, curam os doentes, alimentam as multidões, procuram tirar pessoas da ignorância e abençoam seus filhos, assim como o Mestre fez, amando pecadores, ensinando, tocando os impuros e conversando com prostitutas. Jesus não tinha medo de assumir riscos, antes, convivia com eles.
Para onde muitos cristãos estão olhando hoje? Alguns para dentro de si mesmos, guerreando uns contra os outros; olhando para fora, mas para atacar, condenar e criticar… A igreja precisa sair, andar, e deixar de lado o medo… medo do arminiano, medo do pentecostal, medo do romano, medo do social, medo do liberal, medo do impuro, do pobre, do doente e da prostituta. A Igreja que sai do seu pedestal, deixa de perder seu tempo precioso em discussões teológicas sem fim, brigas internas e ativismo politico dentro e sua própria estrutura e segue o exemplo do Senhor, essa sim, é a igreja que tem os olhos fixos no NELE.
Dos dias 20 a 27 de maio estive presente na Assembléia Geral da Igreja da Escócia realizada em Edimburgo. Fui representando meu atual presbitério, Greenock-Paisley. Foi uma experiência muito boa e interessante. A organização, objetividade e seriedade na estrutura e ordem das coisas nem se compara com as 4 ou 5 reuniões do Supremo Concílio que já participei no Brasil (inclusive o respeito entre as pessoas aqui é algo marcante). Onde a reunião deixou a desejar mesmo foi no que é fundamental: a Bíblia. A Igreja da Escócia é uma instituição poderosa. É uma igreja focada em questões sociais, políticas, economicas, éticas, crise mundial, paz, etc. Essas questões são importante e relevantes. É essencial que a igreja se expresse e, não só se posicione, como também trabalhe nos vários setores da sociedade e lute pelo Reino e a Igreja da Escócia tem feito isso muito bem. Infelizmente essa ênfase foi o que predominou na reunião. Sábado, dia 23, foi o ponto mais grave da reunião na minha visão. O recurso dos 12 membros do presbitério de Aberdeen, que se manifestaram contrários à posse de um pastor que declarou-se homossexual e que vive na prática do homossexualismo, vivendo com um outro homem, não passou com uma diferença aproximada de 60 votos. Isso significa que ele vai assumir a igreja. Eu e mais um grande número de conciliares registramos voto de dissentimento. Isso aconteceu no Sábado à noite. Na segunda feira, houve uma nova resolução. Uma comissão especial foi formada para pesquisar, tratar do assunto e trazer um relatório para a Assembléia Geral de 2011 e assim apresentar uma proposta final sobre a questão do homossexualismo na Igreja da Escócia. Tanto presbitérios como conselhos serão consultados. Durante esses 2 anos não poderá haver nenhum processo de ordenação, induction ou candidatura de gays. Não foi o ideal, mas pelo menos trancou a possibilidade de precedente e nos dá condição para mobilizar melhor. Com tudo isso vi que a membresia da Igreja da Escocia, mesmo entre os liberais, reagiu negativamente à resolução de sábado e isso trouxe um ar de preocupação na liderança. Depois de sábado o desânimo tomou conta a ponto de desanimarmos, mas a resolução de segunda trouxe mais esperança. Mesmo assim, chegamos a questionar a continuidade do nosso ministério aqui, mas depois de muito refletir, entendemos que Deus continua nos querendo na Escócia.
Nesse ínterim recebi um convite para pastorear uma igreja no Brasil em 2010. Entretanto, tenho convicção de que Deus nos deu a bênção de estarmos trabalhando aqui na Escócia. É uma oportunidade grandiosa poder pregar o evangelho todos os domingos num lugar onde a Palavra já foi esquecida por quase todos. Por isso nosso trabalho aqui é missionário – infelizmente há pessoas que entendem trabalho missionário dentro de um contexto só, formando um esteriótipo único na cabeça do povo de Deus. Aqui na Escócia, para pregar o evangelho precisa fazer parte da estrutura da Igreja; somente assim é possível ter acesso ao púlpito, presbitério, Assembléia Geral, escolas, azilos, hospitais, etc… Tendo conquistado tudo isso, para a glória de Deus, sinto que há muito o que fazer nesta nação. Há pessoas que há décadas são membros de igreja e somente agora estão recebendo assistência pastoral com visita, leitura de Bíblia e oração. Por isso, por causa da missão que Deus nos deu, não existe plano imediato para voltarmos ao Brasil. Grande abraço a todos. Continuem orando por nós.
Notícias da Escócia
May 17, 2009
Essa semana pode se transformar num marco histórico na vida da Igreja da Escócia e certamente mais um capítulo na história do cristianismo contemporâneo. A partir de quinta-feira inicia-se mais uma Assembléia Geral da Igreja da Escócia. Este é o concílio maior da denominação que reúne-se todo ano para aprovar a escolha do seu novo moderador, legislar e tomar decisões de nível nacional. Representantes de todos os Presbitérios dentro da Escócia e fora dela estarão presentes, além de representações provenientes de outros países, representantes do governo e da Rainha.
O que faz dessa Assembléia um momento histórico é o tema homossexualismo trazido novamente ao plenário de discussões daquele supremo concílio. Dessa vez a Igreja da Escócia se vê diante de uma decisão que pode agradar somente gregos ou somente troianos. Eu não tenho absoluta certeza se vai haver algum acordo ou meio termo que possa conciliar os dois lados. De um lado aqueles que sustentam que um ministro, um pastor de igreja, pode manter relações homossexuais; e de outro, os que são contrários a isso. Para esquentar, ambos os lados têm feito campanhas e procurado agregar apoio (principalmente dos representantes dos presbitérios, que são os que têm poder de voto); além disso, a mídia está encima, um prato cheio, falar de uma igreja de mais de 500 anos que se debate para manter sua identidade no mundo das idéias politicamente corretas, no mundo da tolerância e da inclusão absoluta. Qualquer decisão que a Assembléia Geral tomar no próximo sábado, algo de novo poderá acontecer na metade de cima do Reino Unido. A Igreja pode dividir ou poderá ser tida pelo mundo como retrógrada e obscura. É possível também que um pequeno grupo saia sem abalar tanto as estruturas e afetar a vida de pessoas, congregações e igrejas. Deus sabe o que vai acontecer e a vontade dele será feita.
É bom que se diga também que esta controvérsia não é necessariamente entre cristãos liberais e ortodoxos, pois nem todo liberal é a favor da prática do homossexualismo por parte dos membros e liderança da igreja. No entanto, esta não deixa de ser uma grande oportunidade que o Senhor nos apresenta para que haja uma definição do que é igreja e do que está em jogo o ser a igreja de Jesus Cristo. Nossa oração é que aqueles que são fiéis ao Senhor e sua Palavra e que estarão naquele plenário, representando nao apenas seus presbitérios e congregações, mas o povo de Deus espalhado em todo o mundo, possam estar sensíveis à oportunidade de reformar, de fato, uma Igreja que tanto serviu a Deus e às nações no passado.
O que anda acontecendo por aqui
March 22, 2009
LEITURA Comecei a ler o livro, Finally Alive, de John Piper, recentemente lançado pela editora Christian Focus. Contém 203 páginas, com 5 capítulos, e indexes de referências bíblicas, assuntos e nomes. É um livro que aborda o tema “Novo Nascimento” e o real significado deste termo para hoje, uma vez que tanto aqui na Europa, principalmente no Reino Unido, como na América do Norte “novo nascimento” acabou tornando-se um cliché, ou seja, um termo sem sentido ou um termo intramurus, que só os evangélicos conseguem identificar. É um livro muito bem recomendado por figurões como D.A.Carson, o escocês Iain Murray e J.I.Packer, entre outros norte-americanos, britânicos e canadenses. O ponto em questão é: o que é realmente uma pessoa renascida? O que de fato a regeneração faz com a pessoa? Será que todos os que se apresentam como cristãos são de fato renascidos? Apresento frutos de alguém que nasceu de novo? Como pastor e vivendo numa sociedade totalmente secularizada e pós moderna, espero encontrar nesse livro uma ajuda para abordar o assunto e falar à minha congregação.
OPORTUNIDADE I Nesta semana houve um culto especial quarta-feira com as crianças de 5 anos da Heriot Primary School, escola em que atuo como capelão. Cerca de 50 crianças apareceram na igreja com seus pais e professores para ouvirem sobre o batismo. Foi um desafio grande falar com eles, mas nossa oração é que a semente plantada germine para a glória de Deus. Essa foi uma oportunidade de fato de Deus, pois com a educação extremamente secularizada na Grã-Bretanha onde tolera-se todas as religiões e seitas, menos o cristianismo, por mais irônico que isso possa parecer, essa escola tem trazido as crianças na igreja para aprenderem a importância da mesma e do sacramento do batismo. Oro para que essa geração mude a história e o futuro pessimista deste país.
OPORTUNIDADE II Hoje foi o culto dirigido pelos jovens da Igreja. Foi um plano meu, apresentado ao Conselho e aprovado. Não foi fácil recrutar aqueles jovens. Diferente da minha experiência no Brasil, não precisava pedir 2 vezes para que os jovens me ajudassem no culto. Aqui eu não sei o que acontece… ou sei… enfim, tudo funcionou. Em vez de órgão tivemos teclado e guitarra. O Coral ficou com 5 jovens a mais; os jovens leram os textos bíblicos e o Samuel fez o Children’s Talk, que é uma mensagem específica para as crianças (e claro os adultos aproveitam) dentro do culto. Samuel chamou as crianças e sentou com elas no fundo da igreja no corredor e falou sobre a passagem bíblica em que Jesus lavou os pés dos discípulos, dizendo que não existem pessoas “importantes” na igreja e não existem lugares mais nobres no reino de Deus, pelo contrário, Jesus lavando os pés dos discípulos mostrou que o maior serve e que dos pequenos é o Reino de Deus e que para chegarmos lá Deus torna qualquer grandão crianças de novo. Além disso hoje foi dia das mães. Oramos pelas mães, as crianças distribuíram flores e um arranjo especial de flor para a mãe mais nova (Audrey, 35 anos e Nancy, 94 anos). A mensagem do culto faz parte de uma série que tenho pregado na carta aos Efésios. Hoje foi o capítulo 2, o tema foi “Salvos pela Graça” em que abordei a questão de vida espiritual, morte espiritual e salvação pela graça somente. Por favor, ore por tudo isso. A resposta da igreja pareceu muito positiva com o “novo” culto realizado.
NOVOS CONTATOS Abri uma nova página no orkut chamada “Ore pela Escócia”. Se você quiser ser meu contato, acesse: http://www.orkut.com/Main#Profile.aspx?uid=14045575223138135226′
Aproveitando a onda, abri uma comunidade no orkut chamada “Cristianismo na Escócia”:
http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=56141188
GRANDE ABRAÇO!
Uma Nova Reunião de Oração
March 8, 2009
Quando chegamos na Igreja de Foxbar 6 meses atrás uma das questões que de imediato nos fez pensar em mudanças foi com respeito a reuniões de oração. Por estar a mais de quatro anos sem pastor, a igreja manteve uma reunião de oração dominical, 10hs30min, meia hora antes do culto. Mais nenhuma outra reunião. Atualmente a freqüência nessa reunião tem sido de duas pessoas. Eu mesmo não posso estar por causa das preparações que antecedem ao culto. Ao mesmo tempo, alguns pequenos problemas envolvendo o dia a dia da igreja e a minha conclusão foi de que sem oração não adianta sequer fazer o trabalho pastoral mais básico, qualquer que seja a Igreja.
Decidi que a primeira coisa que teríamos que fazer era instituir uma outra reunião de oração além dessa do domingo. Organisei o projeto e passei pelo Conselho que aprovou em caráter de experiência. O plano é o de realizar uma reunião de oração todos os últimos domingos de cada mês às 19 horas. Antes da primeira reunião nos alertaram que a freqüência seria baixa. Dia 22 de fevereiro tivemos a primeira: 20 pessoas – uma surpresa muito boa, mas estamos cientes de que este pode não ser um número constante. A reação do povo foi positiva e agora estamos orando pelas próximas e nos preparando. Oramos pelas pessoas do bairro, cidade, país e mundo e para que o Senhor abra mais oportunidades de testemunharmos o Evangelho de Cristo e para que vidas sejam transformadas.
Esperamos no Senhor mais oportunidades de encontros de oração. É um trabalho lento, mas importante para a vida da Igreja. Lembre-se de orar pela igreja St Columba.
Notícias do Campo
February 2, 2009
O trabalho na Igreja St. Columba está caminhando bem até aqui, graças a Deus. Nossa preocupação era a de não se adaptar numa nova cidade, cuja cultura, sotaque e tradição é bem diferente de Dundee, onde moramos por 15 meses. Ainda mais agora que perdemos o vínculo oficial no Brasil. Mas acredito que com o passar do tempo vamos nos sentindo cada vez mais em casa. Confio também que o Senhor que nos trouxe para este lugar jamais nos desamparará.
A cidade de Paisley onde moramos e trabalhamos é uma pequena cidade com um histórico de violência muito grande. Hoje não é mais assim, mas a fama sempre fica. É uma cidade que tem muito comércio, muitas escolas, colleges e uma universidade, mas luta contra a decadência principalmente diante da crise atual. É uma cidade em que predomina idosos, aposentados, muita pobreza e por isso a qualidade dos meios de transportes, trânsito e manutenção de prédios e ruas não são muito boas. Não estivesse a cidade de Glasgow, a maior da Escócia, encostada em Paisley, acredito que a situação estaria pior.
No bairro em que se encontra a igreja há muitos aposentados, idosos que moram sozinhos em casa do governo, uma escola secundária e duas primárias. Apesar de pobre, é um bairro bem cuidado e limpo. Tenho tido muito contato e oportunidade de encontrar pessoas que não pertencem à igreja. Tanto nas escolas, como no azilo e quando há um funeral buscam o ministro da Igreja Presbiteriana. A única protestante do bairro. Por isso, as oportunidades de pregar a Palavra aqui são muitas. E estamos aqui exatamente para isso, pregar a Palavra de Deus. Não houve outra motivação que nos fizesse sair do nosso país, deixar família, empregos, cultura, casa, a não ser a de servir ao Senhor como pastor dessas milhares de pessoas que nos foram confiadas. Peço que ore por nós e por essas pessoas.
O Samuel foi aceito na Universidade e vai fazer Teologia com especialização em missões transculturais no ICC (International Christian College) que fica em Glasgow e tem convênio com a Universidade de Aberdeen. Graças a Deus esta porta foi aberta, num lugar em que predomina o liberalismo teológico, o Samuel encontrou um curso de alto nível acadêmico e realmente cristão. Creio que outro curso reconhecidamente cristão é o Highland Theological que tem convênio com o Reformed dos Estados Unidos. Além disso trabalha como voluntário em instituições cristãs que ajudam pessoas carentes, moradores de rua e crianças de lares problemáticos em Glasgow. Trabalha também um dia por semana com uma intituição cristã em uma escola secundária também em Glasgow.
Alguns projetos foram aprovados na Session (conselho) da Igreja: (1) Criação de uma reunião de oração uma vez por mês; (2) Cultos em conjunto com a igreja em Glenburn e Lylesland, de bairros vizinhos cujos pastores pregam a Bíblia; (3) Culto espeical no dia das mães em Março, dirigido pelos jovens; (4) Semana de oração, na semana que antecede a páscoa em Abril. Atividades tão comuns nas igrejas brasileiras, mas aqui sempre raras. Por isso nossa alegria em compartilhá-las.
Ore para que esses trabalhos sejam uma bênção na vida das pessoas e assim possamos trazer novas idéias no futuro.
No mais estamos bem, e ainda nos adaptando.
Abraços…
Reasons to Pray
January 18, 2009
Euro Parliament calls for
abortion and gay marriage
Thursday, 15 January 2009
The European Parliament has passed a resolution which calls for abortion rights and ‘gay marriage’ to be promoted throughout the EU.
The resolution was proposed by Italian Communist MEP, Giusto Catania. It also calls for critics of homosexuality to be silenced.
It was agreed to by 401 votes to 220 with 67 abstentions. A European Parliament resolution is not legally binding but expresses the institutional position of the parliament.
Resolutions are sometimes called ‘soft law’ because they are used in other international documents or judicial proceedings and can build pressure for creating binding laws.
The resolution is based on the Charter of Fundamental Rights, part of the Lisbon treaty, despite the fact that neither the charter nor the Lisbon treaty have been passed into law.
Although much of it deals with xenophobia, and the rights of children and refugees, it also demanded the promotion of reproductive rights – a euphemism for abortion.
It stresses “the need to raise public awareness of the right to reproductive and sexual health, and calls on the member states to ensure that women can fully enjoy these rights, to put in place appropriate sex education, information and confidential advisory services, and to facilitate access to contraception in order to prevent all unwanted pregnancies and illegal and high-risk abortions”.
Amendments seeking to protect an unborn child’s right to life were rejected.
The resolution also calls on all EU member states to recognise same-sex civil partnerships equally with heterosexual marriage and calls for critics to be silenced.
The resolution says the European Parliament “Takes the view that discriminatory comments against homosexuals by social and political leaders fuel hatred and violence, and calls on the relevant governing bodies to condemn them.”
Christian legal group, the Alliance Defense Fund, has raised serious concerns about the resolution. ADF Legal Counsel Roger Kiska, said it “would undermine the right to life, damage the institution of the family, and curtail freedom of expression.
“It does these things in violation of treaty law and member state autonomy. The parliament should not allow itself to be used as a vehicle to further spread a damaging social agenda outside of its scope.”
Anthony Ozimic, the political secretary of the Society for the Protection of Unborn Children, said: “The resolution violates national laws on conscientious objection to abortion and on public funding for abortion.
“The resolution calls for the recognition of a so-called right to abortion – yet not one international treaty or human rights court has recognised any such right.”
He added: “Religious leaders and pro-life groups throughout Europe must shake off their complacency about the EU and mobilise religious believers for pro-life action.
“The message everyone must hear is that the right to life is the most important political issue, because the right to life is the indispensable foundation of all other rights.
“Failure to act will mean that countless millions of unborn children will die because of the EU’s promotion of abortion both inside and outside Europe.”
Source: www.christian.org.uk